Cena - Momento em que o juiz impede a participação do advogado Marshall
Marshall: Igualdade e Justiça é um filme estadunidense de 2017, do gênero drama biográfico,
dirigido por Reginald Hudlin e escrito por Michael e Jacó Koskoff. É estrelado por Chadwick
Boseman no papel de Thurgood Marshall, o primeiro juiz Afro-americano da Suprema Corte dos
Estados Unidos, e se centra num dos primeiros casos da sua carreira profissional.
Elenco
- Chadwick Boseman como Thurgood Marshall, o futuro primeiro afro-americano da Suprema
Corte dos Estados Unidos.
- Josh Gad como Sam Friedman, um advogado especialista em seguros que fica como parte
do equipe de Marshall.
- Kate Hudson como Eleanor Strubing
- Dan Stevens como Lorin Lopes
- James Cromwell como O Juiz
- Sterling K. Brown como Joseph Mágica, o homem acusado de estupro e tentativa de homicídio
que Marshall defende em tribunal.
- Keesha Afiada como Vivien "Buster" Burey, o cônjuge de Thurgood.
- Sophia Bush como Jennifer
- Jussie Smollett como Langston Hughes
- Chilli como Zora Neale Hurston
Enredo
O filme apresenta um pouco da personalidade e do trabalho do primeiro juiz negro da Corte
Suprema dos Estados Unidos, Thurdgood Marshall. Marshall é uma das grandes personalidades
que dedicou sua vida à luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, sendo reconhecido por
seus feitos, especialmente na atuação direta, advogando em favor da causa dos negros na
América do Norte e transformando a história do povo daquele país. Nos Estados Unidos,
especialmente nos estados localizados no sul do país, foi institucionalizada a segregação
racial, por meio das Leis Jim Crow, que legislavam o ideal de “separados, mas iguais”.
Essa separação só deixou de existir a partir das décadas de 1950 e 1960, quase 100 anos
após a Guerra Civil que teve como resultado a abolição da escravatura na América do Norte.
Análise da crítica
Agregadores de revisão confirmam uma recepção positiva. O site Rotten tomatoes aponta que 83%
dos críticos deram ao longa-metragem uma avaliação positiva, tendo por base em 113 resenhas,
com pontuação média de 6.7/10. O consenso crítico diz: "Marshall leva um olhar iluminado e
bem atuado sobre a sua vida real no início da sua carreira profissional e também oferece um
clássico drama de tribunal de entretenimento garantido." Metacritic, que calcula uma média
artitmética ponderada entre as críticas, dá ao filme uma nota 66 de 100 com base em 33
resenhas - indicando "críticas geralmente favoráveis".
Cena - Garotinha de vermelho em meio ao preto e branco dos homens ao seu redor
A Lista de Schindler é um filme de drama histórico norte-americano de 1993 dirigido e produzido
por Steven Spielberg e escrito por Steven Zaillian. É baseado no romance de 1982, Schindler's
Ark, do romancista australiano Thomas Keneally. O filme segue Oskar Schindler, um empresário
alemão dos Sudetos que, junto com sua esposa Emilie Schindler, salvou mais de mil refugiados
judeus holandeses do Holocausto, principalmente poloneses, empregando-os em suas fábricas
durante a Segunda Guerra Mundial. É estrelado por Liam Neeson como Schindler, Ben Kingsley
como o contador judeu de Schindler Itzhak Stern e Ralph Fiennes como o oficial da SS Amon
Göth.
Elenco
- Liam Neeson como Oskar Schindler
- Ben Kingsley como Itzhak Stern
- Ralph Fiennes como Amon Göth
- Caroline Goodall como Emilie Schindler
- Jonathan Sagall como Poldek Pfefferberg
- Embeth Davidtz como Helen Hirsch
Enredo
O filme começa em 1939 com os alemães iniciando a relocação dos judeus poloneses para o
Gueto de Cracóvia, pouco tempo depois do início da Segunda Guerra Mundial. Enquanto isso,
Oskar Schindler, um empresário alemão de Morávia, chega na cidade com a esperança de fazer
uma fortuna lucrando com a guerra. Schindler, um membro do Partido Nazista, prodigaliza
subornos para oficiais da Wehrmacht e da SS em troca de contratos. Patrocinado pelos
militares, ele adquire uma fábrica para produzir panelas para o exército. Sem saber muito
como comandar a empresa, ele ganha a colaboração de Itzhak Stern, um oficial da Judenrat
(Conselho Judeu) de Cracóvia que possui contatos com a comunidade empresária de judeus e
os mercadores negros dentro do Gueto. Os empresários judeus emprestam o dinheiro à Schindler
para a fábrica em troca de uma pequena parte dos produtos produzidos. Ao abrir a fábrica,
Schindler agrada os nazistas, aproveita sua nova fortuna e sua posição como "Herr Direktor",
enquanto Stern cuida de toda a administração. Schindler contrata judeus poloneses ao invés
de poloneses católicos por serem mais baratos (os próprios trabalhadores não recebem nada;
os salários são pagos a SS). Os trabalhadores da fábrica recebem permissão para sair do
Gueto, e Stern falsifica documentos para garantir que o maior número de pessoas sejam
consideradas "essenciais" para o esforço de guerra da Alemanha Nazista, que os salva de
serem transportados para campos de concentração, ou de serem mortos.
Análise da crítica
É surpreendente que um dos filmes mais melancólicos sobre a 2ª Guerra Mundial tenha vindo
de Steven Spielberg. Conhecido por seu otimismo e gosto por momentos catárticos, Spielberg
também proporciona cenas de chorar em A Lista de Schindler, mas, dessa vez, de tristeza.
O filme representa o amadurecimento do realizador, que chega ao seu auge aqui. Se Spielberg
errou ao adotar uma linguagem romântica para a história dramática de A Cor Púrpura, o diretor
não nos poupa de nada em A Lista de Schindler, apresentando uma obra melancólica, dura e
triste. O longa apresenta Oskar Schindler (Liam Neeson), um sujeito oportunista, sedutor
e comerciante no mercado negro que se relacionava muito bem com o regime nazista. Ele viu
na mão de obra judia uma solução barata para lucrar com negócios durante a guerra e
conseguiu ajuda do Partido Nazista para isso. Contudo, o que poderia parecer uma atitude
de um homem vil, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida, uma vez que o
alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus com a ajuda
do judeu Itzhak Stern (Ben Kingsley).
Cena - Os repórteres concentrados para a notícia sobre a corrupção
Richard Nixon fora eleito presidente dos Estados Unidos em 1968, pelo partido Republicano,
sucedendo a Lyndon Johnson, tornando-se o terceiro presidente dos Estados Unidos a ter de
lidar com a Guerra do Vietnã. Nixon voltou a candidatar-se em 1972, tendo como opositor
o senador democrata George McGovern, e obteve uma vitória esmagadora, ganhando em 49 dos
50 estados. McGovern venceu apenas em Massachusetts, além do Distrito de Columbia. O caso
Watergate teve origem durante esta campanha eleitoral de 1972. Em 17 de junho daquele ano,
ocorreu uma invasão à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, na capital
dos Estados Unidos. Cinco pessoas — quatro das quais haviam participado da fracassada
Invasão a Baía dos Porcos em 1961 — foram detidas quando tentavam fotografar documentos e
instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata.
Elenco
- Robert Redford - Robert "Bob" Woodward
- Dustin Hoffman - Carl Bernstein
- Jack Warden - Harry M. Rosenfeld
- Martin Balsam - Howard Simons
- Hal Holbrook - Deep Throat ("Garganta Profunda")
- Jason Robards - Ben Bradlee
- Jane Alexander - Judy Hoback
- Meredith Baxter - Debbie Sloan
- Ned Beatty - Martin Dardis
- Stephen Collins - Hugh W. Sloan, Jr.
- Penny Fuller - Sally Aiken
- F. Murray Abraham - Sargento Paul Leeper
- Lindsay Crouse - Kay Eddy
Análise da crítica
Antes de Linda Lovelace fazer sucesso como estrela pornô, houve um outro Garganta Profunda,
esse muito mais desestabilizador para a sociedade norte-americana – e, porque não dizer,
mundial. E ainda que não se soubesse seu verdadeiro nome à época, desde 2005 é público e
notório que o responsável pelo vazamento de informações confidenciais do FBI e da Casa
Branca para repórteres que deram origem ao Caso Watergate – e à consequente renúncia do
presidente Nixon – foi Mark Felt, um dos homens mais influentes do governo norte-americano
no início dos anos 1970. É sua história, enfim, que ganha luz em Mark Felt: O Homem que
Derrubou a Casa Branca, filme pertinente sob diversos aspectos, ainda que ressinta de um
olhar mais apurado dos fatos que aborda e de um maior foco a respeito do que, enfim,
realmente importa em toda essa história.